Publicado por: malubr | 5 de novembro de 2013

O Dia do Rio Tietê

TV Estadão | 21.09.2013
No domingo (22.09) foi comemorado o dia do rio Tietê. A celebração teve diversas atrações, entre elas, show do cantor Guilherme Arantes. Ele, Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da SOS Mata Atlântica e Edson Girobini, secretário de Estado de Saneamento, estiveram na rádio Estadão para comentar o evento

http://tv.estadao.com.br/videos,o-dia-do-rio-tiete,211793,250,0.htm

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Publicado por: malubr | 5 de novembro de 2013

Grupo REAJA monitora água do Piscinão do Pacaembu

Alunos do R.E.A.J.A passam a integrar a Rede das Águas para monitorar e acompanhar as ações de despoluição do Rio Tietê. A apresentação do programa Observando o Tietê, realizada por Gustavo Veronese, no dia 25/11,  despertou o interesse e a curiosidade dos alunos e educadores do R.E.A.J.A. que se mobilizaram para participar dessa ação.

A tarefa do grupo agora é coletar e analisar a qualidade da água do piscinão localizado na Praça Charles Miller, no bairro Pacaembu, em São Paulo. Além de coletar a água e analisar a sua condição ambiental , mensalmente, o grupo irá  investigar a quantidade de lixo que é jogado no chão e no entorno do  rio branquina e divulgar informações para o público em geral.

 

 O piscinão do Pacaembu foi idealizado na década de 1990 pelo engenheiro civil Aluísio Canholi. Funcionando desde 1994, o reservatório foi escavado sob a Praça Charles Miller. Foram feitos estudos hidrológicos e hidráulicos para conhecer a capacidade de vazão das galerias existentes a jusante e determinar o volume do reservatório.

O volume de amortecimento necessário foi calculado em 74 mil m³. Definido isso, formou-se o reservatório com a escavação da área da praça de 15 mil m², com uma profundidade útil de 5,6 m e uma cobertura em laje de concreto armado. Os volumes previstos foram 6 mil m³ de concreto armado e 180 mil m³ de escavação em solo. A estrutura de suporte da laje de cobertura foi composta por vigas longitudinais e pilares pré-moldados, apoiados sobre fundação direta de sapatas.

Piscinão do Pacaembu (SP)

 

 Imagem

 

   

 

 

A proposta de revisão da outorga conta com novas regras como a “Reserva Estratégica”

A disputa pela água entre as Regiões Metropolitanas de São Paulo e Campinas/Piracicaba, apontada como um dos maiores desafios para a gestão de recursos hídricos no Brasil, está na pauta dos Comitês de Bacias Hidrográficas por conta da renovação da outorga pelo uso da água do Sistema Cantareira à Sabesp, em 2014.

Há décadas o conflito pelo uso da água entre as bacias hidrográficas do Alto Tietê, que reúne a Região Metropolitana de São Paulo com seus mais de 18 milhões de habitantes e as bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) que concentram grandes usuários de água dos setores industrial e agrícola e a região Metropolitana de Campinas, força a edição de regras cada vez mais criteriosas para a concessão da outorga pelo uso da água, de forma a compartilhar a vazão dos escassos mananciais entre as duas regiões. 

No  dia 29/11, a Câmara Técnica de Planejamento dos Comitês PCJ elaborou uma proposta de renovação da outorga do Sistema Cantareira, para dez anos, de 2014 a 2024, com ampliação da vazão do volume de água que fica para a bacia do Piracicaba, dos atuais 5m3/s para 8m3/s. Porém, para atender a demanda por água na região até 2014 será preciso ampliar essa vazão para 18m3/s, alertam os técnicos do Consórcio PCJ. A proposta segue para ratificação na reunião Plenária dos Comitês PCJ, que acontecerá no próximo dia 07/11, em Campinas (SP).

O documento acordado propõe 10 anos de outorga à atual operadora do Sistema Cantareira, a Sabesp, com uma revisão em 2019. Dentre as ações que serão revisadas está o compromisso do Governo de São Paulo de construir as barragens nos rios Camanducaia e Jaguari até 2018. Caso essas obras não se concretizem, a partir daquele ano será acrescido 1m3/s às vazões para as Bacias PCJ, podendo chegar a 14m3/s em 2024, quando vencerá a nova outorga.

A proposta também propõe novas regras para operação do Banco de Águas, que passará a se chamar “Reserva Estratégica”. Essa reserva será de no máximo 120 milhões de m3 divididos de forma equitativa entre as Bacias PCJ e o Alto Tietê (onde está a Grande São Paulo). Com a Reserva Estratégica os técnicos calculam que é possível, durante os meses de estiagem (junho a outubro) garantir vazões acima dos 8m3/s, podendo ir de 12 a 18m3/s, conforme solicitou o Consórcio PCJ.

Dentre as condicionantes constam ainda a ampliação de postos de monitoramento de qualidade e quantidades de água nos rios a montante e a jusante dos reservatórios, planos de emergência e contingência para períodos de chuvas e estiagem e estudo de tempo de trânsito nos rios da região.

Disponibilidade de água nas Bacias PCJ preocupa empresários da região

A oferta de água para o setor industrial nas Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí – PCJ –  e os desdobramentos da renovação da outorga do Sistema Cantareira, que influenciará as vazões de importantes rios da região, preocupa o setor industrial.  O Comitê de Sustentabilidade da AMCHAM (American Chamber of Commerce for Brazil), a Câmara Americana de Comércio, pediu que o Consórcio PCJ esclarecesse aos seus associados sobre o funcionamento do Sistema Cantareira e os reflexos para a região, além de alertar sobre a necessidade de ampliação da oferta hídrica para o abastecimento público, industrial e rural na bacia.

As indústrias avaliam o potencial de consumo do Brasil ao decidir instalar uma planta, mas, quando vêm para a região descobrem que não há disponibilidade de  água. Como dar prosseguimento ao projeto?”, questionou Thomas Reach, da RC Invest.

Os técnicos do Consórcio informaram que além da ampliação das vazões do Sistema Cantareira para a região será preciso atuar em duas frentes essenciais: No forte combate às perdas nos serviços de abastecimento e na construção de novos reservatórios, em Amparo (SP), no Rio Camanducaia; em Pedreira (SP), no Rio Jaguari e no município de Salto (SP), no Ribeirão Piraí.

Os representantes da indústria se mostram preocupados com a oferta de água para o futuro e declararam interesse em ajudar e contribuir na busca por soluções. “Na questão sobre as perdas hídricas possuímos tecnologia e conhecimento que podemos compartilhar”, disse David Machado, da empresa Scholle.

O papel do Sistema Cantareira na oferta hídrica tanto para as Bacias PCJ como para a do Alto Tietê deixou os empresários apreensivos o que levou a presidente do Comitê de Sustentabilidade da AMCHAM, a representante da empresa Avery Dennison, Camila Benedetti, a indicar que o comitê fizesse uma manifestação formal sobre o caso junto aos órgãos gestores.  Membro da AMCHAM, a empresa consorciada Nívea, por meio do seu representante Igor Oliveira, sugeriu que Câmara apoiasse a proposta de renovação da outorga do Sistema Cantareira, elaborada pelo Consórcio PCJ. 

Navegação no rio Sorocaba

Navegação no rio Sorocaba

A expedição faz parte do projeto Águas do Amanhã, do ecoesportista Dan Robson que conta com apoio e participação da Fundação SOS Mata Atlântica, no levantamento das condições ambientais de rios brasileiros. O Rio Sorocaba é formado pelos rios Sorocabuçu e Sorocamirim e tem na sua área de cabeceira a represa de Itupararanga.

A represa de Itupararanga é o principal manancial de abastecimento de água de vários municípios dessa região. Até chegar a foz do rio Sorocaba no rio Tietê, Dan Robson navegará com um caiaque especialmente equipado para medir a qualidade da água a cada quilometro do rio. Os dados serão disponibilizados em tempo real e toda aventura será postada no Facebook Tietê Vivo .

 

Publicado por: malubr | 7 de maio de 2013

Observando os Rios

O Manual do projeto Observando os Rios apresenta a metodologia de monitoramento da qualidade da água que é utilizada pela Fundação SOS Mata Atlântica. livro_sos

Para ampliar o trabalho de monitoramento da qualidade da água dos rios para a caracterização ambiental da bacia hidrografica por percepção foi publicado outro manual que complementa a metodologia. LIVRO_SOS_p_1a45    LIVRO_SOS_p_46a92

Publicado por: malubr | 16 de janeiro de 2013

Arte urbana para dar vida aos rios Tietê e Pinheiros

Aguarela da série Species Anonymous

Aguarela da série Species Anonymous

O projeto “Teatro das Coisas Naturais e Fantasiosas do Brasil”, de autoria do artista Alexandre Casagrande, prevê instalações de arte urbana nas marginais doS RIOS Tietê e Pinheiros em São Paulo, com desenhos de espécies de peixes, aves e animais que habitavam a região.

A série de desenhos “Species Anonymous“ será a base da intervenção. Os desenhos foram inspirados nos documentos artísticos produzidos em grande parte pelo artista holandês Albert Eckhout, que integrou uma das principais expedições artísticas e científicas sobre o Brasil no século XVII. Financiada pelo príncipe Mauricio de Nassau, a missão tinha o dever de documentar as espécies animais e vegetais sob um olhar não-fantasioso.

No projeto de Casagrande os desenhos gerados pela expedição trazem, no sentido inverso, o retorno do fantasioso à paisagem urbana. Os desenhos da série “Species Anonymous” serão impressos a partir de fotos em alta definição, em dimensões  entre 4 e 10 metros, e colados em  pontos específicos das vias que circundam os rios Tietê e Pinheiros, na cidade de São Paulo.

O objetivo é atrair o olhar e a percepção das pessoas que trafegam diariamente pelas vias marginais e pelos trens (na marginal Pinheiros) para lembrá-los de que os rios Pinheiros e Tietê já foram vivos e exuberantes e atraíam uma fauna diversa que habitava as águas e as várzeas, como as espécies documentadas pelos naturalistas há cerca de trezentos anos, que inspiraram a série que sustenta a intervenção.

A iniciativa é apoiada pela Fundação SOS Mata Atlântica, através da Rede das Águas, e dá início aos apoios e ações da Fundação pelo Ano Internacional da Cooperação pela Água. A data foi instituída pela a Organização das Nações Unidas para chamar a atenção para a importância da preservação e do acesso à água potável e ao saneamento básico no planeta.

Saiba como contribuir para esse projeto se tornar realidade

A intervenção será custeada com recursos captados através do sistema de Crowdfunding, portanto, é uma intervenção é autoral independente.

Os interessados podem contribuir com cotas de doação, recebendo menções nos créditos do projeto, bem como imagens e produtos SOS Mata Atlântica, a depender da cota escolhida.

>>> Conheça aqui as formas de doação . >>> Faça sua doação/apoio em http://catarse.me/pt/teatrocoisasnaturais#backers . >>> Saiba mais: catarse.me/pt/teatrocoisasnaturais .

Publicado por: malubr | 16 de janeiro de 2013

Species Anonymous

Species Anonymous

Publicado por: malubr | 4 de outubro de 2012

“Rios” é o tema do Festival do Minuto

 Se você tem uma história sobre rios para contar ou conhece pessoas que focam esse tema, estimule-as a produzir e a  inscrever seus vídeo, de até um minuto com o tema rio, no  www.festivaldominuto.com.br. As inscrições estão abertas e seguem até o dia 27 de outubro de 2012. O regulamento do concurso disponível aqui.

Publicado por: malubr | 6 de agosto de 2012

Cobrança pelo uso da água

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Comitês de Bacias paulistas rediscutem os critérios para destinação dos recursos provenientes da cobrança pelo uso da água dos setores urbanos e industriais, com o objetivo de atualizar os decretos estaduais, de acordo com as necessidades das regiões hidrográficas e demandas por recurso hídrico em ada bacia hidrografica.

O Decreto Estadual nº 55008/2009 que trata da cobrança pelos usos da água urbanos e industriais nas bacias do rio Sorocaba e Médio Tietê – UGRHI 10, foi apreciado em reunião das Câmaras Tecnicas do Comitê de Bacias no ultimo dia 03 de agosto, em Sorocaba. A proposta dos integrantes é adequar a formula que fixa os valores para água bruta nos mesmos patamares definidos para a bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí que também fazem parte da sub-bacia do rio Tietê.

A nova formula de calculo deverá aumentar os valores cobrados para quem reservar mais água e diminuir para aqueles usuários que fazem a captção de forma economica, estimulando o uso racional e sustentavel para as bacias, assim como ampliar o percentual que é destinado para os projetos de saneamento básico e reflorestamento. A preocupação dos gestores de recursos hidricos nessas regiões hidrograficas é com o aumento de outorgas e com a escassez potencializada pelom crescimento de atividades economicas industriais e urbanas nas regiões metropolitanas de Campinas e Sorocaba, explica Wendel Wanderlei, vice-presidente do CBH-SMT.

Publicado por: malubr | 6 de agosto de 2012

Cobrança pelo uso da água

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Comitês de Bacias paulistas rediscutem os critérios para destinação dos recursos provenientes da cobrança pelo uso da água dos setores urbanos e industriais, com o objetivo de atualizar os decretos estaduais, de acordo com as necessidades das regiões hidrográficas e demandas por recurso hídrico em ada bacia hidrografica.

O Decreto Estadual nº 55008/2009 que trata da cobrança pelos usos da água urbanos e industriais nas bacias do rio Sorocaba e Médio Tietê – UGRHI 10, foi apreciado em reunião das Câmaras Tecnicas do Comitê de Bacias no ultimo dia 03 de agosto, em Sorocaba. A proposta dos integrantes é adequar a formula que fixa os valores para água bruta nos mesmos patamares definidos para a bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí que também fazem parte da sub-bacia do rio Tietê.

A nova formula de calculo deverá aumentar os valores cobrados para quem reservar mais água e diminuir para aqueles usuários que fazem a captção de forma economica, estimulando o uso racional e sustentavel para as bacias, assim como ampliar o percentual que é destinado para os projetos de saneamento básico e reflorestamento. A preocupação dos gestores de recursos hidricos nessas regiões hidrograficas é com o aumento de outorgas e com a escassez potencializada pelom crescimento de atividades economicas industriais e urbanas nas regiões metropolitanas de Campinas e Sorocaba, explica Wendel Wanderlei, vice-presidente do CBH-SMT.

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